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24-02-2014

Nordeste arranca com celebrações dos 500 Anos de Elevação a Concelho


Tiveram início no passado sábado, 22 de fevereiro, as comemorações dos 500 Anos de Elevação do Nordeste a Concelho.

A cerimónia, que teve lugar no Centro Municipal de Atividades Culturais, na Vila do Nordeste, contou com várias intervenções alusivas à comemoração de tão importante data para o concelho do Nordeste, entre as quais, do representante do presidente do Governo Regional, subsecretário regional da Presidência para as Relações Externas, Rodrigo de Oliveira, do presidente da câmara do Nordeste Carlos Mendonça, da presidente da Assembleia Municipal do Nordeste Anabela Isidoro, da oradora convidada Rute Gregório, docente da Universidade dos Açores, e do convidado para apresentação do logotipo dos 500 Anos, Pedro Moura, membro do júri do concurso de criação do logotipo.

Juntou-se também à cerimónia o grupo Urros e Marés, com a gaita-de-foles a dar um toque festivo à abertura das comemorações.

A convidada Rute Gregório, também diretora da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, a quem coube falar um pouco de 500 anos do concelho do Nordeste, fez um apanhado da documentação existente sobre o concelho do Nordeste, ao longo destes cinco séculos de história, com o objetivo de sensibilizar as entidades, e os nordestenses no geral, para a importância de se ampliar a documentação sobre este concelho, pois são poucos os registos que se podem encontrar sobre qualquer área da história do Nordeste.

O presidente Carlos Mendonça, por sua vez, centrou-se na afirmação da identidade do povo do Nordeste, começando por dizer que a celebração é de todos, “no Nordeste, nos Açores, na Europa, nas Américas, onde estiver um nordestense, com a ambição de vencer e a dignidade de permanecer fiel a si próprio. Orgulhosos da caminhada, do que somos e do que conseguimos. Firmes na afirmação da nossa identidade nordestense, esperançosos sempre num futuro melhor, de mais bem-estar, mais qualidade de vida, mais equidade e mais desenvolvimento, tentando ser dignos dos nossos «maiores» nordestenses que existiram ao longo destes 5 séculos de vida”.

Lembrou o padre Diniz da Luz, “nordestense que também hoje merece aqui a nossa homenagem por aquilo que ele representa nesta abertura de celebrações. Afirmava este ilustre nordestense que Nordeste «é o nome de uma proeminência singularmente bela, que, no extremo oriental da ilha de São Miguel, recebe todas as manhãs o primeiro beijo do sol arcanjo defensor do arquipélago» e que sussurra aos céus, todas as noites, o seu orgulho em abraçar o seu povo, os nordestenses”.

Fez referência também ao poder local, dizendo que muito recentemente as responsabilidades concelhias passaram para uma nova geração de nordestenses, “convocados para servir a nossa terra, de forma a promover o progresso, o desenvolvimento do Nordeste e o bem-estar de todos”.

Há 500 anos atrás um dos argumentos utilizados para elevação do lugar a vila de Nordeste, eram as fracas acessibilidades. “Hoje temos excelentes acessibilidades graças ao Governo Regional dos Açores presidido então por Carlos César, que embora não sendo nordestense mostrou ter uma enorme sensibilidade a este concelho. Pois como muitos outros nordestenses e não nordestenses ficarão para sempre na história deste concelho, merecendo a devida homenagem, como o caso de Jorge Nascimento Cabral e João Bosco Mota Amaral, dois homens não nordestenses mas cidadãos honorários desta terra”, referiu o presidente da câmara.

“O aproveitamento das novas acessibilidades para benefício dos nordestenses é sem dúvida o grande desafio dos próximos anos dos responsáveis pelo poder local, empresários, empreendedores e instituições locais do concelho”, acrescentou Carlos Mendonça.

“Mas queremos que estes 500 anos de vida nos inspirem, que todos os nordestenses que viveram e fizeram do Nordeste um lugar melhor para se viver e visitar nos motivem para alcançar os nossos objetivos de um Nordeste melhor.” Assim encerrou a sua intervenção o presidente da Câmara do Nordeste.

 

Autor: CMN

 

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