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Ponta Delgada , 20 de Dezembro de 2018

Gui Menezes defende que Lotaçor é fundamental ao setor das pescas

O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia assegurou hoje, em Ponta Delgada, que a empresa Lotaçor “não está em falência técnica”, apontado o capital próprio de 2,4 milhões de euros e “outros indicadores financeiros da empresa”, como o EBITDA, o indicador de eficiência financeira, que “também é positivo, com um valor de 1,1 milhões de euros, e um cash flow de 800 mil euros”.

 

Gui Menezes, questionado por jornalistas, reforçou que o passivo da Lotaçor “não indica que a empresa esteja em falência técnica”, estando em causa uma avaliação do Tribunal de Contas (TdC) a esta entidade pública empresarial que incluiu na sua análise as empresas Santa Catarina, Espada Pescas e Companha, estas últimas já extintas.

 

O Secretário Regional, que falava no final de uma audição na Comissão Eventual de Inquérito ao Setor Público Empresarial e Associações sem Fins Lucrativos Públicas da Assembleia Legislativa, afirmou que “tem havido um esforço muito grande do Conselho de Administração [da Lotaçor] em otimizar muitos dos processos, na reorganização de recursos humanos, e no aumento das receitas e diminuição de custos”.

 

Gui Menezes frisou que a Lotaçor “é muitíssimo importante e relevante” para o setor das pescas na Região, referindo que “tem vindo a melhorar os seus resultados”.

 

“Nos próximos anos, esta empresa pode vir a obter resultados mais positivos, atendendo ao seu plano de negócios e aos seus objetivos estratégicos”, disse.

 

Nesta audição, o titular da pasta das Pescas sublinhou o papel da Lotaçor e o seu “valor inestimável” na valorização do pescado açoriano, na modernização da frota, e em melhorias de infraestruturas de apoio ao setor, como portos, entrepostos frigoríficos e outros equipamentos.

 

Neste sentido, Gui Menezes frisou que, entre 2016 e 2020, “entre investimentos executados e previstos, os investimentos da Lotaçor representam 15,4 milhões de euros” para o setor das pescas.

 

O Secretário Regional, que lembrou que a Lotaçor “está em todas as ilhas” do arquipélago, assegurou que esta empresa presta “um serviço público” e tem um “papel social muito significativo” junto dos armadores e pescadores.

 

O governante afirmou que a empresa funciona como uma “interface” entre o setor extrativo e os consumidores, com um “papel importante na qualidade e segurança alimentar”, mas também em “questões ligadas à investigação, nomeadamente na recolha de dados para a gestão dos recursos [piscícolas]”.

 

O Secretário Regional defendeu ainda que a Lotaçor tem um Conselho de Administração “competente” e funcionários “empenhados, que todos os dias trabalham em prol do setor da Região”.

 

A empresa tem, no total, 190 trabalhadores, que representam “um peso no volume de negócios de cerca de 57%”, sendo que mais de metade são operacionais que trabalham em lotas e entrepostos frigoríficos.

 

Atualmente, a empresa gere 11 lotas, 30 postos de recolha, 10 entrepostos frigoríficos, com capacidade diária ao nível da congelação de 360 toneladas, com capacidade de conservação de congelados de mais de seis mil toneladas e de conservação de refrigerados de 350 toneladas, e detém ainda 47 máquinas de gelo, com uma capacidade de produção diária de 200 toneladas.

 

A empresa tem a seu cargo a gestão de 50 portos e núcleos de pesca, 670 casas de aprestos, bem como mais de oito dezenas de gruas e pórticos.

 

O Secretário Regional referiu ainda, em sede de Comissão, que a recente revisão do Acordo de Empresa foi realizada “de forma pacífica e dialogante com os trabalhadores, o que reforça a estabilidade da empresa”.


GaCS/GM
 
 
 
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