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Quadro A1. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), nos Açores.
Quadro A2. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), nos Açores.



Quadro A3. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), nos Açores.

Quadro A4. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, nos Açores.

Quadro A5. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, nos Açores.



Quadro A6. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de Santa Maria.

Quadro A7. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de Santa Maria.



Quadro A8. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de Santa Maria.

Quadro A9. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha de Santa Maria.

Quadro A10. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha de Santa Maria.



Quadro A11. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de São Miguel.

Quadro A12. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de São Miguel.



Quadro A13. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de São Miguel.

Quadro A14. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha de São Miguel.

Quadro A15. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha de São Miguel.



Quadro A16. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha Terceira.

Quadro A17. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha Terceira.



Quadro A18. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha Terceira.

Quadro A19. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha Terceira.

Quadro A20. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha Terceira.



Quadro A21. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha Graciosa.

Quadro A22. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha Graciosa.



Quadro A23. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha Graciosa.

Quadro A24. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha Graciosa.

Quadro A25. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha Graciosa.



Quadro A26. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de São Jorge.

Quadro A27. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de São Jorge.



Quadro A28. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha de São Jorge.

Quadro A29. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha de São Jorge.

Quadro A30. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha de São Jorge.



Quadro A31. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha do Pico.

Quadro A32. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário, do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha do Pico.



Quadro A33. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha do Pico.

Quadro A34. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha do Pico.

Quadro A35. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha do Pico.



Quadro A36. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha do Faial.

Quadro A37. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha do Faial.



Quadro A38. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), na Ilha do Faial.

Quadro A39. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha do Faial.

Quadro A40. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, na Ilha do Faial.



Quadro A41. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição por grupo etário do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), nas Ilhas Flores e Corvo.

Quadro A42. Segunda onda: taxa de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição por grupo etário do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), nas Ilhas Flores e Corvo.



Quadro A43. Taxas totais de ataque: 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo três níveis de impacto (mínimo, provável e máximo), nas Ilhas Flores e Corvo.

Quadro A44. Primeira onda: taxa de ataque de 10%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, nas Ilhas Flores e Corvo.

Quadro A45. Segunda onda: taxas de ataque de 20%, 25% e 30%. Distribuição semanal do número de casos de gripe, consultas, hospitalizações e óbitos, segundo dois níveis de impacto (provável e máximo), sem oseltamivir, nas Ilhas Flores e Corvo.



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