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No Relatório GRIPE, Cenários para uma eventual pandemia (ONSA, Julho de 2006) 1, estão contemplados os cenários para uma eventual pandemia de gripe nos Açores. Nele pode ler-se que: “A metodologia dos “cenários” é inerente a uma corrente perspectivista ou de planeamento estratégico, segundo a qual há fenómenos de descontinuidade na sequência dos quais surgem rupturas, umas sofridas, outras provocadas, e em que a perspectiva é a da exploração dos futuros possíveis. Assim, sublinhe-se que o planeamento com cenários é um instrumento de elaboração de estratégias”.
Importa, ainda, ter em consideração que os cenários são dinâmicos. Por essa razão, serão actualizados com base em novos conhecimentos sobre uma eventual pandemia. A metodologia utilizada na elaboração dos cenários encontra-se descrita no Relatório do ONSA.
Os Gráficos 1 a 9 dizem respeito aos cenários para uma eventual pandemia nos Açores, para a primeira e segunda ondas, com diferentes taxas de ataque.

| Gráfico 1. |
Primeira onda: taxa de ataque de 10% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável. |

| Gráfico 2. |
Segunda onda: taxa de ataque de 20% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável. |

| Gráfico 3. |
Segunda onda: taxa de ataque de 25% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável. |

| Gráfico 4. |
Segunda onda: taxa de ataque de 30% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável. |

| Gráfico 5. |
Taxas totais de ataque 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável. |

| Gráfico 6. |
Primeira onda: taxa de ataque de 10% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável. |

| Gráfico 7. |
Segunda onda: taxa de ataque de 20% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável, sem oseltamivir. |

| Gráfico 8. |
Segunda onda: taxa de ataque de 25% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável, sem oseltamivir. |

| Gráfico 9. |
Segunda onda: taxa de ataque de 30% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável, sem oseltamivir. |
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1. http://www.onsa.pt/conteu/gripan/est_pandemia_onsa_relat-jul2006_pt.pdf
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