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3. Cenários para uma Eventual Pandemia de Gripe nos Açores
Índice Listas Siglas 1. Introdução 2. Orientações 3. Cenários 4. Comando 5. Informação 6. Saúde Pública 7. Ambulatório 8. Internamento 9. Laboratório 10. Medicamentos 11. Comunicação Anexo A Anexo B
Plano de Contingencia dos Açores para a Pandemia da Gripe
   

No Relatório GRIPE, Cenários para uma eventual pandemia (ONSA, Julho de 2006) 1, estão contemplados os cenários para uma eventual pandemia de gripe nos Açores. Nele pode ler-se que: “A metodologia dos “cenários” é inerente a uma corrente perspectivista ou de planeamento estratégico, segundo a qual há fenómenos de descontinuidade na sequência dos quais surgem rupturas, umas sofridas, outras provocadas, e em que a perspectiva é a da exploração dos futuros possíveis. Assim, sublinhe-se que o planeamento com cenários é um instrumento de elaboração de estratégias”.

Importa, ainda, ter em consideração que os cenários são dinâmicos. Por essa razão, serão actualizados com base em novos conhecimentos sobre uma eventual pandemia. A metodologia utilizada na elaboração dos cenários encontra-se descrita no Relatório do ONSA.

Os Gráficos 1 a 9 dizem respeito aos cenários para uma eventual pandemia nos Açores, para a primeira e segunda ondas, com diferentes taxas de ataque.

Gráfico 1. Primeira onda: taxa de ataque de 10% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável.


Gráfico 2. Segunda onda: taxa de ataque de 20% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável.


Gráfico 3. Segunda onda: taxa de ataque de 25% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável.


Gráfico 4. Segunda onda: taxa de ataque de 30% por grupo etário. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável.


Gráfico 5. Taxas totais de ataque 30%, 35% e 40%. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável.


Gráfico 6. Primeira onda: taxa de ataque de 10% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável.


Gráfico 7. Segunda onda: taxa de ataque de 20% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável, sem oseltamivir.


Gráfico 8. Segunda onda: taxa de ataque de 25% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável, sem oseltamivir.


Gráfico 9. Segunda onda: taxa de ataque de 30% por semana. Distribuição do número de casos, consultas, hospitalizações e óbitos associados à gripe, segundo o nível de impacto provável, sem oseltamivir.

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1. http://www.onsa.pt/conteu/gripan/est_pandemia_onsa_relat-jul2006_pt.pdf

© Direcção Regional da Saúde 2008 Voltar ao topo