Carlos César salienta que o Relatório do Tribunal de Contas refere que não foi detetada qualquer ilegalidade
Carlos César disse hoje, a propósito do recente relatório do Tribunal de Contas sobre deslocações dos gabinetes de membros do Governo Regional, que o documento “tem, como todas a auditorias do Tribunal de Contas, aspetos que o Governo deve levar em consideração, retificando procedimentos e corrigindo situações de coordenação que são relevantes.”
O Presidente do Governo dos Açores salientou, no entanto, que “este relatório refere explicitamente que não se observou qualquer ilegalidade nas despesas auditadas – apenas irregularidades procedimentais no valor de 604 euros em mais de seiscentos mil euros de despesa.”
Carlos César frisou também que esses seiscentos mil euros não correspondem a despesas dos membros do Governo, mas sim dos centros comuns de departamentos, que incluem mais de uma centena de funcionários.
Concretizando, referiu, por exemplo, despesas em deslocações a entidades internacionais, despesas de deslocações de entidades internacionais, deslocações de funcionários em ações de formação profissional e, até, deslocações de jornalistas, como é o caso dos profissionais que acompanham a visita do Governo Regional à Graciosa.
“Gostava também de salientar que há aspetos que envolvem esta época pré-eleitoral; há uma maior agitação e diz-se muito por poucas coisas ou por escassas razões”, prosseguiu Carlos César, que deu novo exemplo, agora da deslocação da Dra. Luísa César ao Canadá.
“Trata-se de uma deslocação auditada pelo Tribunal de Contas, onde não foi encontrada qualquer despesa ilegítima, qualquer despesa irregular ou qualquer despesa ilegal ou indevidamente paga”, acentuou.
E o Presidente do Governo concluiu relatando que até pôde observar num jornal “que se tinha alugado uma limusine nessa deslocação, quando afinal se alugou um carro numa empresa chamada Dennis Limusine.”