Jorge Augusto Paulus Bruno, natural da ilha Terceira, nascido em 13 de Junho de 1959, casado e pai de dois filhos.
Licenciou-se em História pela Universidade dos Açores em 1981, tendo desempenhado, desde essa data, cargos de responsabilidade executiva e política, nomeadamente como Director Regional dos Assuntos Culturais, Director Regional de Segurança Social, Vice-Presidente do Serviço Regional de Protecção Civil e Director de Serviços de Organização e Planeamento na área da Saúde, na Região Autónoma dos Açores. No início da sua carreira, desempenhou as funções de Chefe de Gabinete dos Secretários Regionais da Educação e Cultura dos II e III Governos Regional dos Açores.
Pertence ao quadro de pessoal técnico superior, na categoria de assessor principal, da Direcção Regional da Cultura e é membro de pleno direito de diversas instituições culturais.
Frequentou cursos e acções de formação em instituições regionais, nacionais e estrangeiras nas suas áreas de especialidade.
É autor de vários artigos e apresentou diversas comunicações e conferências, no país e no estrangeiro, nas áreas cultural, de emergência médica, protecção civil, segurança social e acção social.
Assume a presidência do IAC-Instituto Açoriano de Cultura de 1990 a 2009 e da “Atlântida – Revista de Cultura”, órgão deste Instituto vocacionado para a promoção de todas as formas de cultura.
Foi o coordenador do projecto do Inventário do Património do Património Imóvel dos Açores, cuja execução está a cargo do IAC-Instituto Açoriano de Cultura com financiamento da Direcção Regional da Cultura do Governo Regional dos Açores.
Representou o IAC-Instituto Açoriano de Cultura na gestão do Projecto Atlântico de Arte Digital (PAAD), que integrou parceiros da região da Macaronésia e foi executado com financiamento proveniente do INTERREG III-B, Açores, Madeira, Canárias (FERDER), no âmbito do qual o IAC foi “chefe de fila”.
Coordenou a gestão do projecto Chronos (que visou a criação de uma plataforma de e-learning com conteúdos relativos à História e Cultura dos arquipélagos na Macoronésia), do qual o IAC-Instituto Açoriano de Cultura é “chefe de fila” e cuja execução contou com financiamento proveniente do INTERREG III-B, Açores, Madeira, Canárias (FERDER), envolvendo parceiros dos arquipélagos dos Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde.