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25-07-2018

Campanha de monitorização da Estrelinha de Santa Maria é “fundamental” para elaborar um plano de ação para a conservação da espécie, afirma Marta Guerreiro


A Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo salientou hoje a importância de um plano de ação para a conservação da Estrelinha de Santa Maria, destacando que a campanha de monitorização desta espécie de ave atualmente em curso é “fundamental” para a elaboração desse documento.

“Esta subespécie endémica existe apenas na ilha de Santa Maria e é muito procurada para atividades de ‘birdwatching’, por ser a ave mais pequena da Europa”, afirmou Marta Guerreiro, que falava, em Vila do Porto, durante uma ação de monitorização para recolha de informação de base para a elaboração e implementação do plano de ação, na qual foi possível visualizar vários exemplares de Estrelinhas de Santa Maria.

A titular da pasta do Ambiente frisou que esta ave “está classificada como ‘ameaçada’ no Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, e ‘criticamente em perigo’, devido à fragmentação elevada da sua, já de si reduzida, área de ocupação”.

“É, portanto, pertinente a preocupação de avaliar e monitorizar a subespécie endémica Estrelinha de Santa Maria para se conhecer melhor o seu habitat e para serem estabelecidas estratégias claras e eficientes de conservação”, reforçou.

Marta Guerreiro acrescentou que “o Parque Natural de Santa Maria realiza a monitorização da espécie através de censos visuais e auditivos, que permitem obter algum conhecimento sobre a sua dispersão e abundância, prevendo-se a implementação de um sistema de monitorização mais completo até ao final de 2018, com a aquisição de novos equipamentos”.

“Este projeto de monitorização terá um prazo de implementação mínimo de cinco anos, para que os resultados possam ser adequadamente interpretados, prevendo ainda a criação de uma Estação de Esforço Constante”, adiantou.

A Secretária Regional afirmou ainda que se trata de “um programa regular de capturas na época de reprodução, em lugares específicos, para anilhagem e registo dos seus dados biométricos, o que permitirá compreender e conhecer mais da ecologia da espécie, obter dados sobre o seu estado de conservação e, como complemento, atualizar e complementar as informações constantes no ‘Atlas das Aves Nidificantes’ e do ‘Livro Vermelho dos Vertebrados’”.

Segundo a Secretária Regional, fruto do trabalho efetuado pelo Parque Natural de Santa Maria, “é possível concluir que as áreas florestais representam o tipo de habitat preferencial para esta subespécie, em especial a floresta nativa, sendo também possível observar espécimes em florestas de vegetação exótica e naturalizada, desde que apresentem também vegetação nativa”.
 

Autor: GaCS/HMB

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