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Ponta Delgada 02-10-2015

Tartaruga-boba, espécie em perigo, recupera no Aquário de Porto Pim, no Faial


Uma tartaruga-boba (Caretta caretta) com cerca de 5,2 quilos, está a recuperar de várias lesões no Aquário de Porto Pim - Estação de Peixes Vivos, após ter sido resgatada e entregue no Parque Natural do Faial.

Três meses e meio depois do seu resgate, a tartaruga ganhou peso e as lesões que apresentava do olho, na barbatana e no pescoço estão totalmente recuperadas, enquanto a lesão mais grave, na zona posterior da carapaça, já se encontra coberta quase na totalidade por tecido novo.

O plano de recuperação deste espécime, que envolveu o Parque Natural do Faial, o Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores e a empresa Flying Sharks, contemplou uma dieta diversificada e rica em proteínas, vitaminas, ómega-3 e cálcio, de forma a estimular o sistema imunitário a proporcionar uma boa hidratação.

Este trabalho tem também sido acompanhado por um veterinário especialista em répteis marinhos, atualmente um dos consultores do Marathon Sea Turtle Hospital, na Flórida, EUA.

Nos Açores, ocorrem cinco das sete espécies de tartarugas marinhas existentes no mundo, sendo a mais comum a tartaruga-boba, que é oriunda das praias da Flórida, de onde viaja ao sabor das correntes do Atlântico Norte até ao arquipélago, aqui passando a sua fase juvenil.

Depois de 10 a 15 anos nos mares dos Açores, retorna ao Atlântico Ocidental, onde passa o resto da sua vida, que pode durar mais de 50 anos, embora muitos cientistas acreditem que estas tartarugas, que só se reproduzem a partir dos 30 anos, possam atingir os 100 anos.

As tartarugas marinhas são répteis classificados como "Espécies em Perigo", encontrando-se protegidos desde 1979 pela Convenção de Berna.

O Homem constitui umas das suas principais ameaças devido à utilização de redes de emalhar costeiras, nas quais as tartarugas se embrulham, acabando por morrer afogadas.

Aparelhos e redes de pesca perdidos ou abandonados constituem também uma forte ameaça, sendo outra o lixo flutuante, nomeadamente os plásticos.

Estes animais têm uma dieta à base de águas-vivas e caravelas-portuguesas e não as conseguem diferenciar dos plásticos, em particular de sacos.

Autor: GaCS/OG

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