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Madalena 20-05-2016

Investimentos de 1,2 ME em ribeiras do Pico contribuem para a segurança das populações, afirma Neto Viveiros


O Secretário Regional da Agricultura e Ambiente revelou hoje que o Governo dos Açores tem executados ou em curso investimentos no valor de cerca de 1,2 milhões de euros em ribeiras na ilha do Pico, com o objetivo de contribuir para “a segurança de pessoas e bens”.

Segundo Luís Neto Viveiros, que falava na cerimónia de inauguração da bacia de retenção de fluxos detríticos na Ribeira do Dilúvio e de apresentação do projeto de construção da passagem hidráulica sob a rua do Meio, em São Caetano, adiantou que estas duas obras traduzem um investimento global de cerca de 800 mil euros.

Além disso, vai também ser executado o desvio de caudais e reperfilamento da Ribeira da Prainha, no concelho de S. Roque do Pico, no valor de cerca de 400 mil euros, que foi apresentado hoje, no último dia da Visita Estatutária do Governo à ilha do Pico, e será lançado a concurso com um prazo de execução de seis meses.

O titular da pasta do Ambiente destacou a importância atribuída pelo Executivo açoriano à “rede hidrográfica da Região que tem mais de 7.000 quilómetros em cerca de 700 bacias hidrográficas”.

Nesse sentido, salientou, procedeu-se a um aumento anual crescente, desde 2012, das dotações orçamentais, que passaram de 1,7 milhões de euros para mais de seis milhões, e que se destinam, além de obras, a ações de manutenção e limpeza.

Devido à natural erosão da encosta sobranceira ao Caminho do Dilúvio e ao poder erosivo dos caudais escoados na Ribeira do Dilúvio, quando ocorre precipitação intensa verificava-se o escoamento da ribeira através do Caminho do Dilúvio, registando-se prejuízos nos imóveis circundantes e no pavimento da via pública.

Com esta obra, cuja primeira fase está concluída e foi apresentada no ano passado no âmbito da Visita Estatutária do Governo ao Pico, regularizam-se e controlam-se os fluxos detríticos.

Foi também redimensionada a passagem a vau do Caminho do Dilúvio, nomeadamente com a construção de uma bacia de retenção com capacidade de cerca de 4.000 m3, o maior aproveitamento possível da área do leito de ribeira, muros de contenção laterais em betão ciclópico e um açude em betão ciclópico e enrocamento, de modo a reter os caudais sólidos.

O projeto garantiu ainda as condições de acessibilidade aos terrenos adjacentes à Ribeira do Dilúvio, incluindo as vias de circulação em que os terrenos são maioritariamente de privados, bem como permitir e ordenar o escoamento do caudal, no sentido de se evitar futuros galgamentos ou inundações.

A área de intervenção corresponde à zona de confluência da Ribeira do Dilúvio, que se estende por uma área que abrange um trecho de cerca de 70 metros de extensão desta ribeira e outro de cerca de de 20 metros no Caminho do Dilúvio, que a atravessa perpendicularmente.

Autor: GaCS/OG

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