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Horta 13-03-2019

Índice de Qualidade do Ar dos Açores


No âmbito da legislação em matéria de qualidade ao ar, a Direção Regional do Ambiente disponibiliza diariamente o índice de qualidade do ar para a Região no Portal de Monitorização, Avaliação Ambiental e Licenciamento. O índice de qualidade do ar (IQar) é uma ferramenta que permite uma classificação simples e compreensível do estado da qualidade do ar.

O Índice de Qualidade do Ar dos Açores resulta da média aritmética calculada para cada um dos poluentes medidos na estação rural de fundo representativa da Região localizada na Ribeirinha – Espalhafatos, Ilha do Faial. Os valores assim determinados são comparados com as gamas de concentrações associadas a uma escala de cores sendo os poluentes com a concentração mais elevada os responsáveis pelo índice. O IQar varia de Muito Bom a Mau para cada poluente de acordo com a matriz de classificação seguidamente apresentada.

Poluente em causa /
Classificação

CO (mg/m3)

NO2 (µg/m3)

O3 (µg/m3)

PM10 (µg/m3)

SO2 (µg/m3)

Min

Máx

Min

Máx

Min

Máx

Min

Máx

Min

Máx

Mau

10,0

-----

400

-----

240

-----

100

-----

500

-----

Fraco

8,0

9,999

200

399

180

239

50

99

350

499

Médio

7,0

7,999

100

199

100

179

35

49

200

349

Bom

5,0

6,999

40

99

80

99

20

34

100

199

Muito Bom

0

4,999

0

39

0

79

0

19

0

99

No inicio de 2019, de acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde, ocorreu uma alteração dos intervalos de concentrações associados a cada poluente do IQar, sendo os valores definidos para a proteção da saúde humana mais restritos que os preconizados na legislação vigente de qualidade do ar.

Para os Açores, esta alteração tem algum impacte ao nível do poluente Ozono (O3), dado que o intervalo do “Bom”, passou de [60, 120] µg/m3 para [80, 100] µg/m3. Os valores de O3 registados na estação rural de fundo da Ribeirinha-Espalhafatos durante a primavera apresentam o seu máximo entre 100 e 120 µg/m3, o que se verificará um aumento do IQar “Médio” e a diminuição do “Bom”.

De referir que o Ozono é um poluente secundário, ou seja, não é diretamente emitido para a atmosfera, forma-se através reações fotoquímicas que envolvem gases precursores como o monóxido de carbono, compostos orgânicos voláteis e óxidos de azoto. As emissões desses gases percursores, de origem antropogénica, afetam igualmente os níveis de ozono superficial. Neste sentido, atendendo a que os valores dos gases percursores na estação rural de fundo da Ribeirinha-Espalhafatos são reduzidos, pode considerar-se que os níveis de Ozono registados não se devem a fontes antropogénicas de origem local.

 

Autor: DSQA

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26 de junho de 2019

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