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Bruxelas 02-07-2015


O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia disse, em Bruxelas, que “o lixo marinho se tornou, nalgumas décadas, um problema global que carece de uma solução global”, frisando que este flagelo “pode comprometer setores estratégicos para a economia açoriana, como as pescas e o turismo”.

“Hoje nenhum ecossistema marinho do planeta, por mais protegido que seja, está livre do efeito do lixo marinho que é transportado ao longo de grandes distâncias pelas correntes marinhas”, afirmou Brito e Abreu, salientando que o lixo marinho é um problema que também afeta os Açores devido à sua posição geográfica.

O Secretário Regional do Mar falava ontem, no Parlamento Europeu, à margem da conferência “Marine Litter Impact on Oceanic Ecosystems - Problems and solutions”, promovida pelo Deputado Europeu Ricardo Serrão Santos, onde foram debatidos os problemas que o lixo marinho representa aos níveis ambiental, económico e de saúde pública, bem como os programas da Comissão Europeia para combater este flagelo.

“O Governo dos Açores está empenhado em mitigar o problema do lixo oceânico no arquipélago através da implementação do Plano de Ação para o Lixo Marinho nos Açores (PALMA)”, referiu o Secretário Regional do Mar, acrescentando que este programa pretende dar resposta às obrigações impostas pela Diretiva Quadro Estratégia Marinha.

Brito e Abreu lembrou ainda que já nesta legislatura o Governo dos Açores assinou a Declaração de Hamilton, frisando que foi “um momento histórico de cooperação voluntária internacional que abre novos horizontes para a governança efetiva do alto-mar”.

O governante considera que “a União Europeia e os seus Estados-Membros devem ter um papel de liderança a nível internacional”, promovendo a redução da produção de plásticos e a sua reutilização e reciclagem, mas sublinha que este problema “carece de uma solução baseada num acordo multilateral semelhante às que estão a ser adotadas para outros problemas ambientais globais, como as alterações climáticas ou a degradação da camada de ozono”.

Segundo o Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, “o desenvolvimento de novas tecnologias que valorizem o plástico existente no oceano, e promovam a sua recolha e reciclagem, e de novos materiais biodegradáveis, que substituam os principais usos dos plásticos, serão parte importante da solução deste problema”.

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Autor: GaCS/GM

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