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Faial 31-07-2012


O combate à Caulerpa webbiana, uma alga marinha invasora que foi identificada pela primeira vez no porto da Horta em 2002, vai avançar para uma fase dois, “mais incisiva e musculada”.

A informação foi avançada pelo Diretor Regional dos Assuntos do Mar, que nesta terça-feira acompanhou um grupo de mergulho da Universidade dos Açores (UAç) numa observação in loco da distribuição daquela Espécie Exótica Invasora (EEI) na costa da ilha do Faial.

Segundo indicou Frederico Cardigos, a equipa da UAç que está a fazer o rastreio da distribuição da Caulerpa webbiana à volta do porto da Horta pode constatar hoje que aquela espécie já alargou a sua distribuição quer para a baixa da Feteira, quer para a baía da Praia do Almoxarife.

 “Isto significa que apesar dos esforços que têm sido feitos pela Universidade dos Açores nos últimos anos, não estamos a conseguir ganhar esta batalha”, observou aquele responsável, adiantando que, por esse motivo, vai ser necessário agora “passar a uma fase dois, mais musculada”.

Conforme explicitou o Diretor Regional dos Assuntos do Mar, esta nova fase passará, na zona central de distribuição da Caulerpa webbiana, pelo soterramento da própria alga, através do lançamento de inertes, concentrando o esforço de combate àquela espécie invasora com os mergulhadores nas zonas dos limites de distribuição mais exteriores.

Desta forma, argumentou Frederico Cardigos, “pensamos que vamos conseguir ganhar alguma vantagem sobre a distribuição desta alga e fazer com que não aumente ainda mais o seu raio de distribuição”, evitando assim que ela circunde toda a ilha do Faial ou chegue mesmo à ilha do Pico.

Lembrou ainda que esta alga não serve de alimento a qualquer espécie de peixe ou outros invertebrados marinhos”, o que faz com que “se torne extraordinariamente abundante, se reproduza livremente, ganhe densidades elevadíssimas, mas sem qualquer tipo de reação positiva sobre o próprio ambiente e incluindo depois a posteriori as próprias pescas”.

Se deixássemos esta alga alastrar ainda mais, poderíamos estar de facto “a colocar um problema económico grave”, razão pela qual “temos então que entrar numa fase mais incisiva, visto que os métodos utilizados até aqui não foram suficientemente eficientes para que ela começasse realmente a regredir, antes pelo contrário, tem aumentado ligeiramente de ano para ano”, concluiu o Diretor Regional dos Assuntos do Mar.

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Autor: GaCS/FG

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